Bocas bebem
um mar de sal
de uns olhos madeirados
e doutros, azuis arenosos.
A força do grito
violenta
o cristalino da garganta,
violenta
o cristão dos corpos,
violenta
o cristal dos copos
e dos cacos
que arranham,
que tilintam,
que derramam.
Navios singram,
Nativos sangram.
Em nós: nódoas.

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